sábado, 7 de junho de 2008

A mediunidade que incomoda e atrapalha



A mediunidade que incomoda e atrapalha -


- A comunicação acontece pelo simples fato de haver uma referência, ou seja, uma via de acesso fácil. Como a mediunidade de comunicação com os espíritos é uma das mais corriqueiras, acaba gerando muitos danos para quem não está preparado para lidar com tais situações.O que ocorre normalmente é que muitos desencarnados, que em vida na Terra eram pessoas alienadas, quando desencarnam sofrem, demoram para compreender. Quando começam a entender que não mais habitam um corpo físico, em desespero, procuram se comunicar. É normal que estejam com padrão vibratório baixo, gerado por seus apegos materiais, sentimentos mundanos e paixões animalizadas, ainda ancoradas em suas auras. E com quem querem se comunicar ou pedir ajuda? Obviamente, com todos os que tenham um “relógio”, ou melhor, qualquer pessoa (qualquer mesmo) que tenha a mediunidade aflorada, o que é facilmente notado pelo espírito perdido que assim reconhece ao visualizar o campo energético do indivíduo desavisado.Como a pessoa não concebe a idéia, não está educada, não se conhece (e ainda falamos tanto de auto-conhecimento... que ironia!), não sabe o que fazer quando começa a sentir verdadeiras perturbações em seus estados psíquicos, no seu humor e equilíbrio emocional. E isso acontece porque o espírito desencarnado (sofredor), próximo ao médium inconsciente, acopla-se em seu campo áurico alterando, desvitalizando e desequilibrando por completo o fluxo natural dos chacras, já que sua aura está em péssimo padrão vibratório.Mesmo a pessoa rejeitando com todas as suas forças essa hipótese, ignorando a iminente necessidade da jornada evolutiva do espírito a se iniciar, nada resolverá seu influxo prânico senão a busca de sua consciência espiritual. Nem remédios alopáticos, nem psicologia ou psiquiatria materialista, nada disso surtirá efeitos. Na realidade não causarão nem cócegas. O fato poderá ser ignorando o quanto quiser, mas é bom que se reitere que nada além da busca consciencial, da reforma íntima, do desenvolvimento das sensibilidades do espírito, servirão de remédio eficaz... nada!Já algumas pessoas conhecem superficialmente esses mecanismos e o aceitam. Mesmo assim, consideram um fardo a mediunidade e de forma equivocada e negligente, a rejeitam. Grande erro que ás vezes dói.... Dói em todos os sentidos, porque se é fome que uma pessoa tem, é comida que deve ingerir. Nada, por hora, poderá substituir a necessidade urgente de alimento que a pessoa tem.Se você sofre com a mediunidade é porque nem começou sua busca por reforma íntima. Se já iniciou, não se iluda... Perceba que ainda está no ensino básico, nas séries primárias. Os pensamentos e intenções altruístas ainda não lhe povoaram a mente, muito menos o coração. A ignorância espiritual e alienação com seu propósito ainda lhe tomam as rédeas. Se esse for seu caso, pode ser que recuse veementemente o conteúdo destas palavras, pois é normal a reatividade de nossa mente em negar o novo ou o inabitado. Eu mesmo já sofri com a mediunidade, a ponto de me estafar com o enfrentamento. Foi quando desisti de encará-la como uma inimiga, sombria e implacável. Isso seria semelhante à tentativa de impedir que o sol nascesse todas as manhãs. Iniciativa insana, diga-se de passagem.Abra seu coração para a consciência de sua missão aqui na Terra, ejete sua consciência das alienações do mundo materialista. Volte-se para a necessidade de evolução que você tem. Dedique tempo para nutrir sua alma, leia assuntos correlatos, participe de grupos afins, mantenha contado com a natureza e seus elementos, aprenda a meditar diariamente. Assuma e cumpra compromissos rotineiros com a sua espiritualidade. Foque no sentimento de amor existente nas pessoas. Não há segredo, é só isso mesmo!Mas você pode não dar a mínima para isso tudo. Está certo, livre arbítrio sempre! No entanto, lembre-se: o universo não vai cessar o fluxo dele em função da sua escolha. Nesse caso, acho sensato buscarmos nos alinhar na direção da vontade divina (do universo), abandonando “um pouco” a vontade própria, baseada somente nos interesses do ego e do eu inferior. Pense nisso!

Nenhum comentário: